O Projeto

Aja Agora! Decida!Fale!Grite!Comunique ao Universo!

O Movimento Escolho Ser Livre é um movimento sem fins lucrativos, que tem como propósito ser um chamado para a reflexão e para um novo e firme posicionamento diante da vida. Ele se apresenta também como um convite para que, juntos, possamos dar forma a uma forte onda vibracional em nome da Verdade e da Liberdade… para que estes valores estruturem a nossa realidade. É, assim, um movimento de transformação pessoal e coletiva. É um chamado para todos nós… mas principalmente para aqueles que se sentem oprimidos e que questionam o real sentido de suas vidas. Para aqueles que desejam que a Verdade seja a força maior a definir este mundo.

O conteúdo apresentado ao longo das páginas deste site pode lhe proporcionar um melhor entendimento dessa proposta e de como participar ativamente dela, aí mesmo, onde você está agora, e ao longo do seu caminho pessoal. Por isso, lhe convido a mergulhar na leitura e nas reflexões que você vai encontrar aqui.

Não é nada complexo. Bem pelo contrário… é tudo muito simples! Basta você querer e saber se posicionar.

No texto abaixo, me preocupei em trazer um pouco da história do Movimento… de como ele surgiu e de como eu, pessoalmente, venho, ainda hoje, vivenciando essa experiência tão profunda e transformadora. Conto isso apenas para que você possa se situar no tempo e no espaço com relação à origem do Movimento, mesmo sabendo que a essência dele é atemporal e que está presente no coração de todos aqueles que o sentem como verdade.

Para lhe contar essa história é preciso que voltemos nosso olhar para o ano de 2010, na península de Bombinhas, em Santa Catarina…

(Antes, algumas considerações: cheguei a pensar em não publicar esta atualização do site neste momento, devido ao período eleitoral que estamos atravessando. E a razão é bem simples… porque pode parecer, ao longo da leitura do texto, que estou defendendo este ou aquele candidato. Até porque vou falar muito de política nas próximas linhas, mas nada a ver com partidos e com propaganda eleitoral. Então peço a você, leitor, que procure ser o mais neutro possível ao longo da leitura e das reflexões que vou lhe convidar a fazer… se bem que sei que tal neutralidade é praticamente impossível.

Falarei muito da Verdade e da Mentira… da manipulação… da opressão e da liberdade… e sei que muitos desses termos são usados corriqueiramente pelos políticos em suas campanhas. Então sugiro que você faça uso do seu discernimento e que não se deixe dominar pelos sentimentos insuflados pela maioria dos movimentos políticos. Mas veja bem… não que o assunto aqui tratado não tenha a ver com os jogos da política… bem pelo contrário!… tratarei também desse jogo! Mas não estarei defendendo jogadores e nem times. Até porque, do meu ponto de vista, e por tudo que vi e aprendi nos últimos anos, esses que aí estão, na esfera política ‘visível’, em sua grande maioria, são péssimos jogadores. Impressiona-me como são ingênuos e tolos… mesmo quando se acham inteligentes, espertos e habilidosos. Passam todos os dias das suas vidas lidando com isso… mas estão tão cegos, que pouco de bom pode se esperar deles. O que é uma pena! Muitos deles até têm boas intensões… mas pouco sabem sobre ‘O Jogo’. E pouco sabem sobre si mesmos! São conduzidos pelo tabuleiro acreditando que são eles que estão determinando os movimentos das peças – e até se orgulham disso! E se convencem do poder que acham que têm! – mas a verdade é que pouco ou nada sabem do real tabuleiro e dos verdadeiros jogadores. É impressionante tamanha cegueira… e tamanha tolice disfarçada de esperteza. Mas é mesmo uma pena… porque são eles que acabam servindo de canal para conduzir os passos de milhões de outras pessoas… tão cegas quanto eles.

Como disse anteriormente, há uma minoria – uma pequena minoria – que tem certa consciência disso. Alguns carregam dentro de si a real vontade de servir e de fazer o bem. Mas mesmo estes não têm se mostrado hábeis o suficiente para lidar com as forças oponentes… o que, claro, reconheço não ser nada fácil.

Nem vou entrar, aqui, no debate moral e ético, porque também este assunto já está bastante contaminado pela manipulação. O que mais precisamos é de clareza e discernimento!

O Jogo, quando na esfera política, tem ainda o agravante de contar com o poder decisório e de torcida das massas, que, de tão inconscientes e manipuladas que estão, muitas vezes acabam por excluir aqueles participantes que mais poderiam contribuir com as forças do bem maior. Mas… como distinguir? Como saber onde está a Verdade? Certamente não pelas palavras e pelos gestos de cada um dos jogadores, já que a aparência nada diz sobre a Verdade. Então… como saber?

Bem… voltemos ao ponto…)

 

Desde o início de 2010 minha atenção se manteve focada num fenômeno astronômico que vinha se delineando em nosso sistema solar. Vários dos nossos planetas estavam se movimentando em direção a uma curiosa e, até então, inédita formação, que se daria no espaço em torno da Terra. Dia após dia, eles foram assumindo uma configuração que chegaria ao seu ápice no início de agosto, mas que, mesmo antes disso, já se fazia sentir energeticamente por todos nós, quer acreditássemos ou não que os corpos celestes que se movem ao redor de nós afetam nossas energias pessoais e coletivas e, assim, nosso comportamento e… nossas escolhas!

No mês de maio, quando alguns dos planetas envolvidos na configuração já se posicionavam de forma a delinear um impressionante triângulo celeste que envolvia a Terra, eu já me encontrava bastante inquieto e angustiado por ainda não ter a mínima percepção do que o Universo queria nos dizer.

Sentia que havia, naquele quase que insondável fenômeno, um recado e um chamado para todos nós… um alto e forte chamado. E sentia que estávamos tão desconectados de nossa real presença e da consciência que tudo está interligado, que nem sequer conseguíamos ouvir como um sussurro aqueles intensos movimentos que se davam fora e dentro de nós.

Sentia que, mesmo com nossa consciência tão limitada, ou nos posicionávamos e fazíamos escolhas em direção àquilo que considerávamos o melhor para nós e para toda a humanidade e o Planeta, ou seríamos simplesmente arrastados pelas forças que brotam do nosso inconsciente… pelas escolhas que acabamos fazendo sem a menor percepção do que nos leva a fazê-las.

Eu sentia que o momento pedia por atenção… e que eu precisava compreendê-lo com mais clareza. Mas, até então, nada, além dessas rasas percepções, se mostrava para mim.

E foi num daqueles dias do início de maio (…) quando, mais uma vez, eu estava ali… sentado diante do computador e olhando para o mapa celeste daquela especial configuração de agosto. Eu buscava entender – talvez decifrar – aquele momento tão enigmático que havia me envolvido por inteiro.  Buscava uma maneira de contribuir de forma positiva… participar daquele momento criativo que eu sentia ser muito forte e significativo. E foi aí que, acredito que movido por profunda inspiração, vi surgir em minha mente as palavras…

“Escolho ser Livre. Eu quero a Verdade.”

… e, no mesmo instante, um grande véu que encobria a minha percepção, foi retirado! Estava ali!… bem diante de mim… o significado que eu vinha buscando! As palavras eram claras e poderosas… e davam um profundo sentido ao mapa celeste que eu observava por tantos dias sem nada ver.

Então era isso… escolhas! Que escolhas faríamos naquele momento. O Universo estava nos colocando diante de uma oportunidade fantástica e de muito poder. E tudo dependeria de nós… de nossas escolhas!

Estava nos dando uma rica oportunidade para percebermos o nosso valor na construção da nossa realidade… na criação daquilo que queremos para nós!

Os planetas envolvidos naquela configuração celeste apontavam para o nosso grande e velho dilema… o confronto entre o Bem e o Mal… entre a Verdade e a Ilusão – com todas as suas variantes… a mentira, a falsidade, a manipulação… e, em consequência disso, se queremos ser livres ou não ( ! ).  Se queremos uma vida em liberdade ou se queremos seguir sendo dominados e manipulados pelas forças que mentem e iludem… que entorpecem e controlam.

Os astros nos revelavam um poderoso momento de ‘escolha’. No início de agosto a Terra – e todos nós! – estaria no centro de uma grande cruz celeste! Sete planetas formariam entre eles, e ao redor da Terra, uma configuração até então não registrada por nós. Um momento único e que serviria para definir muito do nosso futuro enquanto humanidade. Estaríamos no centro da cruz… e ali deveríamos decidir o caminho que queremos para todos nós. Ali, o Universo nos faria a pergunta: ‘O que vocês querem? Em qual direção querem seguir? Desejam a liberdade ou a prisão?’

Mas a questão maior ainda não era essa! Escolher pela Liberdade não me parecia um grande dilema, mas… sabemos como fazer escolhas que nos levem a Liberdade? Sabemos identificar as opções que temos a nossa disposição? Sabemos para onde cada uma delas realmente nos conduz?

Se já estamos imersos num mar de inconsciência e de ilusão – como essa realidade em que vivemos – como podemos escolher pela Liberdade se nem sequer sabemos quais são verdadeiramente as nossas opções?

As palavras eram claras e certeiras. A frase fazia todo o sentido!

“Escolho ser Livre. Eu quero a Verdade.”

Num momento onde as forças do Bem e do Mal estão se confrontando, dentro e fora de nós, e quando precisamos nos definir e escolher por aquilo que garantirá a nossa liberdade… só mesmo sabendo da verdade de nossas opções é que poderemos fazer nossas escolhas!

Sim! Eu escolho ser livre! E, para tanto, eu quero… exijo!… que a Verdade se apresente em todas as situações. Pois não quero me enganar. Não quero ser levado a mentir para mim mesmo e sem nem mesmo ter consciência disso. Minha escolha é clara e forte… e só a Verdade pode me libertar!

E por isso me volto à Luz… me volto ao Sol… ao Poder do Universo… e com todas as palavras e todo o meu sentimento, proclamo meu desejo e minha escolha… e sei que serei atendido. Porque assim é.

Eu nunca havia olhada para isso desta maneira. Eu percebia que algo já estava acontecendo em meu interior. Algo como um maior discernimento… uma clareza nos pensamentos… pelo menos no que dizia respeito ao caminho que eu desejava para mim e como deveria torná-lo realidade. A chave estava bem diante dos meus olhos e era mesmo reveladora – Escolhas. E tudo começava pelas nossas escolhas bem básicas, tipo… eu quero a Verdade ou a Mentira? O que antes poderia, ingenuamente, parecer tão simples, tão óbvio e de pouco valor, agora se apresentava como que um código de poder que fora decifrado através daquelas palavras:

“Escolho ser Livre. Eu quero a Verdade.”

 

O Projeto

Nos dias seguintes, mais detalhes do que viria a ser o Movimento Escolho Ser Livre foram surgindo à minha consciência.

Confesso que, de início, não recebi com entusiasmo a ideia de amarrar no pulso uma fita verde com aqueles dizeres. Sinceramente, achei aquilo meio ‘brega’ demais, e achei que poucas pessoas abraçariam a sugestão. Mas bastaram dois dias… e logo me vi vencendo minhas resistências internas e preconceituosas e fui para a internet procurar algum lugar onde pudesse mandar fazer as tais fitinhas. E assim foi…

Um site, camisetas, encontros para discutir o assunto… e deixar fluir novas propostas de ação. Tudo encaminhado…

O projeto estava tomando forma enquanto também no céu os planetas seguiam para o ápice da formação. Segundo as orientações que recebi, estávamos, com o Movimento Escolho Ser Livre, criando uma onda vibracional de Liberdade e Verdade para contrapor uma outra, da Mentira e da manipulação que nos escraviza na ilusão. E esta última também vinha se fortalecendo e adquirindo contornos bem preocupantes, principalmente no cenário brasileiro.

Aprendi muito com as mais diversas reações das pessoas para quem oferecíamos as fitas com a proposta de amarrá-las no braço esquerdo. A dificuldade que eu imaginava inicialmente que teríamos ao apresentar as fitas para as pessoas, se mostrou totalmente o oposto. Para minha surpresa, e de várias outras pessoas que abraçaram a difusão do projeto, a grande maioria das pessoas já estendia o braço à frente para que amarrássemos a fita antes mesmo de darmos maiores explicações. Um desses episódios realmente me surpreendeu…

Certo dia um amigo me ligou para me contar como foi oferecer a fita para seu irmão que passava uns dias de folga na casa dele. Um irmão tido como conservador e bastante fechado a todas essas “ideias muito alternativas e místicas”. Mas, mesmo assim, meu amigo resolveu falar-lhe do projeto. E tão logo apresentou a fita, lá estava o irmão de braço estendido, aguardando pela ‘chave’ que acabará de saber que existia! – “Isto está acontecendo seguidamente!” – comentei com meu amigo, ao ouvir o que acontecera. Mas daí ele prosseguiu narrando o ocorrido… – “só que não parou por aí! Amarrei a fita no braço dele e cortei com a tesoura as pontas que sobraram… e assim que me virei para jogá-las no lixo, ele me interrompeu! – ‘Não, não!’ – e pegou as duas pontas da fita, que estavam comigo… abriu o celular.. retirou a bateria… alojou as pontas naquele espaço e recolocou a bateria, voltando a fechar o celular!”

Ficava cada vez mais evidente para nós o poder daquelas palavras e do que estávamos fazendo. As pessoas estavam sedentas por liberdade! Mas não sabiam o que fazer. Sentiam-se presas, mas não tinham a menor ideia de como encontrar a porta de saída. Estavam sufocadas em si mesmas e na realidade em que viviam. E vinham nos dizendo isto, cada uma do seu jeito, cada vez que estendiam o braço para participar da onda criativa para a qual estavam sendo convidadas.

As surpresas foram muitas, e também o aprendizado! Também ali, a verdade estava se mostrando para nós! À medida que divulgávamos o projeto, partilhávamos de sentimentos que ainda mais nos envolviam e nos estimulavam – sentíamo-nos como mensageiros… como instrumentos que se colocavam à disposição daquele momento cósmico para falar por ele… para fazer chegar a mensagem – o chamado pela Verdade e pela Liberdade. Sabíamos que estávamos agindo para a formação de uma forte onda criativa com um propósito bem definido. Tudo estava sendo revelador… simples e apaixonante!

 

A Onda Oposta

Claro que nem todas as pessoas para as quais apresentávamos o projeto e oferecíamos a fita de pulso se mostravam simpáticas e abertas à ideia. Mas também com isso aprendemos muito!

Tivemos, inclusive, a oportunidade de presenciar reações bem curiosas! Não abordávamos as pessoas tentando convencê-las de algo ou insistindo para que estendessem o braço para amarrar a fita, até porque sabíamos quanto o projeto podia parecer tão bizarro, e até mesmo ingênuo, num primeiro momento. De certa forma, usávamos até de certa cautela ao apresentá-lo… principalmente depois que entendemos na prática do que se tratava a tal ‘onda contrária’!

Assim foi quando, certo dia, eu conversava com uma amiga e sobre o propósito do Movimento. Perto de nós, outra pessoa, muito amiga do grupo que ali estava, ouvia tudo atentamente, apesar de não se envolver na conversa. Tudo seguia bastante tranquilo e a conversa se mostrava empolgante e contagiante! Até que… do nada, a nossa silenciosa ouvinte, subitamente, se dirigiu a mim como que se dirigindo a um grupo de pessoas – ou, talvez, a um partido! – “Vocês querem que as pessoas acreditem na verdade de vocês? É isso?” – o tom agressivo das suas palavras realmente me surpreendeu. O confronto era nítido, e por mais que eu soubesse que estávamos fazendo um movimento criativo, pela Verdade e pela Liberdade, que confrontaria com outro, da Mentira e da manipulação, eu não esperava enfrentar um embate daquela forma… ainda mais com uma pessoa que sempre se mostrava muito aberta às novas ideias e muito compreensiva. O propósito do Movimento estava bem claro nas palavras que ele difundia: a Liberdade pela Verdade. Não estávamos apontando para uma crença, ou para um dogma, ou para um conjunto de valores qualquer, seja de uma pessoa ou de um grupo. Estávamos propondo um movimento em direção à Verdade… não estávamos apresentando a Verdade! Antes já a tivéssemos! Mas não… sabíamos que este é um movimento na vida e da vida… que se mostrará para cada pessoa de forma particular, se esta estiver atenta e aberta a isso. O Movimento pedia pela Verdade, sem expectativas, sem saber o que ela é… sem saber o que iria nos revelar… MAS… desejávamos a Verdade! Desejávamos que ela se apresentasse em toda e qualquer situação. Queríamos saber dela para que pudéssemos fazer nossas escolhas no dia-a-dia sem sermos enganados e ludibriados pelas forças da Mentira e da falsidade… sem sermos manipulados! De que outra maneira isto seria possível?

Então… voltando ao confronto inesperado, minha resposta àquela pergunta se deu também por um questionamento – e não vi outra forma de buscar entender o que a incomodava: – “Você tem algo contra a Verdade?”

Mas logo percebi a dificuldade de conversar em busca de clareza quando a pessoa não está mesmo disposta a isso. Ficou evidente que o que a incomodava não era o que ela dizia ser a ‘minha verdade’. O que a incomodava era… a Verdade! E, em consequência disso… a Liberdade! Como eu poderia conversar com ela em busca de entendimento? Diante de tamanha resistência e intolerância, apenas uma coisa se mostrava dentro de mim como o caminho possível: a minha escolha pessoal! – Verdade e Liberdade!

“Escolho ser Livre. Eu quero a Verdade.”

 

Revelações

Aqueles meses de 2010 se mostraram, para mim, muito reveladores. Estávamos vivenciando um período eleitoral, quando escolheríamos nosso novo presidente. Muitas coisas me incomodavam nos movimentos políticos, mas minha simpatia ou antipatia por este ou aquele político geralmente não se dava com base em fatos. Eu me via com pouco conhecimento de história – e da história particular de cada líder do nosso país – para poder me basear em aspectos objetivos no momento de fazer uma escolha eleitoral. Parecia que todos, ou a maioria deles, eram bem intencionados… pareciam se preocupar verdadeiramente com o bem-estar das pessoas e se diziam no  caminho da verdade e da retidão. Mas eu, e acredito que boa parte das pessoas, sabia que isso não era verdade. Sabia que estava diante de um festival de máscaras, que escondia, muitas vezes, perversos propósitos. Mas como saber a verdade?

Então, por tudo isso, sempre me conduzi orientado pela minha percepção mais profunda e por aquilo que intuía. Sabia que isto não seria considerado um critério válido em qualquer debate sobre o assunto. As pessoas, em geral, querem os fatos… até porque tudo indica que eles nos mostram a verdade de cada situação. E eu não discordava totalmente disto, mas me questionava seguidamente sobre ‘como saber dos fatos?’… dos fatos reais!? Sendo assim, buscava, sempre que possível, uma orientação naquilo que eu sentia na quietude dentro de mim. E, geralmente, quieto eu permanecia com minhas percepções pessoais.

Mas algo estava prestes a mudar. Comecei a entrar em contato com informações – e fatos! – que até então eu desconhecia… e também porque nunca fui atrás delas. Mas, agora, parecia que elas estavam a minha procura! Em pouco tempo, meu olhar político para a vida e para aqueles que “nos lideram” ficou bastante apurado! E, para a minha imensa surpresa, muitas das informações que se apresentaram para mim vieram confirmar as silenciosas percepções intuitivas que eu nutria quanto à estrutura da sociedade em que vivemos e seus personagens de destaque.

Com essa visão mais iluminada, ficou bem mais fácil de entender aquele incômodo de algumas pessoas com o Movimento que estávamos fazendo. Só o que não mudou foi à dificuldade de conversar com elas… aliás, a dificuldade até aumentou! Quanto mais eu me instruía sobre história e fatos, mais eu me via estimulado a usar de argumentos que me levariam a uma discussão que facilmente seria taxada de política partidária! E, com tudo isso, eu seguia aprendendo muito! As tais forças que formavam a ‘onda oposta’ ficavam cada vez mais definidas e aparentes. E, pouco a pouco, eu as via não só na política, mas em todas as áreas da vida ao meu redor.

Os véus da mentira e da ilusão estavam caindo mais e mais e ficava fácil compreender as recomendações iniciais sobre como estruturar o Movimento – instigar a criação de grupos de debate bastante abrangentes, através dos quais pudéssemos lançar um olhar mais profundo para áreas como política, educação, religião, saúde… Enfim, um olhar com o propósito de ver a Verdade em todas as situações.

Quanto mais eu mergulhava em busca de respostas verdadeiras, mais a constatação final se fortalecia – havíamos sido manipulados e enganados a ponto de criarmos um mundo onde a mentira e a ilusão eram agora as palavras de ordem.

Para todos os lados que eu olhava, a mentira e o engano se mostravam desafiadores por demais! E de novo a pergunta: como saber a verdade? Em quem confiar? Isso se tornava ainda mais angustiante quando eu via que até mesmo grupos e movimentos sociais formadores de opinião e dedicados a esclarecer e a fazer a defesa da “verdade” também estavam dominados pelo engano e, pior ainda, pela manipulação com interesses oportunistas e de dominação. As exceções eram poucas.

O mundo ao meu redor foi se mostrando um lugar onde eu deveria caminhar com atenção redobrada e sempre buscando ver o que estava por detrás das aparências. Não que isso fosse algo muito novo e diferente do que eu já fazia antes, mas agora eu me via baseado em ‘fatos!’ e não mais em meras percepções intuitivas, que para muitos não passavam de divagações e alucinações. Isso até podia parecer uma forma mais ‘chata’ e cansativa de viver… sempre envolto por um clima de tensão e de possível confronto… mas, pelo contrário, a cada passo eu me sentia mais estimulado a prosseguir, porque quanto mais eu caminhava, mais LIVRE eu me sentia.

A confiança naquelas palavras, e na escolha que elas representavam, se fortalecia dentro de mim…

“Escolho ser Livre. Eu quero a Verdade.”

 

Os bastidores da manipulação

Se houve uma área de conhecimento e de revelações que mais me surpreendeu – e também me fortaleceu! – esta foi no tocante à origem e à natureza dos reais manipuladores… daqueles que representam o poder por detrás da Mentira e da Ilusão, com seus perversos propósitos de domínio e escravização.

Aprendi, ao longo daqueles meses e dos anos que se seguiram, que eu não mais devia olhar para a aparência das coisas e dos fatos e julgá-los pelo que eu via. E – veja só! – eu, agora, me encontrava reforçando e retornando às minhas percepções mais sutis… aquelas que haviam me guiado até aquele momento da minha vida, muitas vezes gerando em mim insegurança e imobilidade, pois não me forneciam a clareza necessária para que eu pudesse apoiar as minhas escolhas com tranquilidade e confiança.

Assim como boa parte das pessoas ao meu redor, eu havia crescido no mundo da lógica e da ciência, onde o que vale é aquilo que podemos ver e tocar. Qualquer coisa que desafiasse esse método de comprovação do real era tida como pura imaginação… quando não, como delírio doentio. Que coisa! E não é que aquilo era a estratégia de defesa mais perversa que, com sucesso, as forças da Mentira e da Manipulação haviam incutido em todos nós! Para sermos respeitados e tidos como sadios e normais, devíamos seguir as regras da mentira e do disfarce! Regras, estas, tão poderosas que faziam com que nós mesmos não nos víssemos mais!

O que vi me mostrou que eu não mais deveria olhar para o político, para o professor, para o jornalista e para vários outros líderes sociais e para formadores de opinião buscando defini-los por suas palavras e por seus gestos. A verdade não estava ali na superfície… não estava no que era visível. Ela precisava ser buscada no espaço oculto de cada ser… e aquilo, certamente, se mostrava como um imenso desafio… um desafio a ser vencido se quisessemos ser livres!

Não vou, aqui, me aprofundar muito mais do que isso nesse assunto. Se assim fizesse, logo alguém estaria me acusando de “querer impor a minha verdade, fruto de devaneios e ilusões bem pessoais”. Não… não pretendo dar esta deixa para aqueles que manipulam e se nutrem da força de vida das demais pessoas. O Movimento é bem claro em sua proposta – Liberdade pela Verdade… desde que a pessoa deseje isto para si mesma. Peça e receberás!

Amadureci muito durante esses últimos anos. Curei muito da minha ingenuidade. Não mais perco meu tempo discutindo política ou qualquer outro assunto desta natureza com quem não esteja realmente buscando a Verdade. Não gasto mais meu tempo com pessoas de má vontade. Descobri que isto não vale a pena e que o mundo não precisa mais disso… não mesmo! Não se trata de desvalorizar o debate ou as pessoas que o querem, bem pelo contrário, tratasse de valorizá-lo! Ele deve ser valorizado de tal forma a não ser desperdiçado para a Mentira e para a Manipulação. Para mim, o valor do debate está na sinceridade com que participamos dele em nome da Verdade.  Claro que o debate com interesse de manipulação – e de invalidar o sincero buscador da Verdade – é o debate que permeia nossas universidades e nossas escolas, que se apresenta nos mais variados meios de comunicação de massa, que suga a vitalidade e a real presença das pessoas através das mais diversas redes sociais, que norteia boa parte da prática religiosa que vemos na sociedade, que ocupa nossos centros de ciência e tecnologia e, por óbvio, que estrutura e mantém o jogo político que serve para conduzir a humanidade para o abismo da ignorância, da doença e da morte. Isto tudo com raríssimas exceções, apesar de eu saber, felizmente, que elas existem!

Lembro-me do meu tempo de universidade, quando, passivamente, fui treinado a pensar quadrado… fechado… frio e rígido. Eu era tímido demais para ousar um debate desafiador… e nem mesmo tinha conhecimento e confiança para isso. Respeitava as autoridades que me rodeavam, estivessem elas se expressando através dos meus professores ou mesmo dos meus colegas de curso. Ali, recebi as primeiras sementes nefastas do agora tão conhecido mecanismo de controle de massa chamado de comportamento politicamente correto. Aqueles dias me apresentaram a um mundo ao qual eu deveria servir em nome da minha sobrevivência e do suposto sucesso. Não importava se eu seria um inteligente questionador, como muitos dos líderes estudantis que lá encontrei, ou um cidadão bitolado, como a grande maioria da sociedade. Havia espaço para todo tipo de personagem dentro do que chamavam de sistema. Ah o sistema!… um conceito que parecia tão poderoso para quem o dominava intelectualmente, mas que nada mais era do que uma peça criada pela Mentira para alimentar a ilusão daqueles que se achavam líderes rebeldes na vanguarda do novo pensamento.

Não… não valia a pena debater, mesmo que eu tivesse algum conhecimento que servisse para eu me sentir empoderado. O debate, ali, já tinha seu propósito bem definido… e este não era movido pelo desejo da Verdade e da Liberdade.

Mas veja bem… como já disse anteriormente, nem mesmo o debatedor pode ser avaliado por suas intenções… as superficiais. É preciso que busquemos conhecê-las em profundidade, o que nem sempre se mostra como uma tarefa muito fácil e, por isso mesmo, se apresenta como um desafio à busca sincera pela Verdade.

Mas é justamente diante deste desafio que o Movimento nos oferece uma chave de grande poder! Ao escolher a Verdade como caminho… ao escolher a Liberdade como destino… estamos escolhendo, desde que com força e honesta determinação, pelo desvelar dos véus da mentira e da ilusão na nossa realidade pessoal e, com o tempo, na realidade coletiva! E de certa forma, podemos dizer… simples assim!

É tudo uma questão de confiar em nosso poder criador. Confiar que nossas escolhas podem ser outras… diferentes das que até agora fizemos a ponto desta realidade de miséria e opressão ser a única que conhecemos e aceitamos como ‘real’.

Se quisermos ser Livres… que ousemos pedir pela Verdade… que ousemos assumir nosso poder de criação baseado nela… que façamos dela nosso caminho e nosso alimento… com força e com coragem.

Se isto pulsa forte dentro de você, então abra seus braços para o Sol… para o Universo… para a Força Maior que Tudo Cria – chame-a como quiser… e, com a força do seu coração, proclame a sua escolha…

“Escolho ser Livre. Eu quero a Verdade.”

E assim será. Porque assim é.

 

E isto é um pouco da história do Movimento Escolho Ser Livre ao longo desses últimos anos. Um tempo que se mostrou bastante intenso e revelador. Um período de desafios instigantes e também muito transformadores… e que nem sempre foram fáceis. E, hoje, acredito que o encontro com a Verdade – coisa que se dá em nosso dia-a-dia quando assim desejamos – ao mesmo tempo em que nos possibilita o encontro com nós mesmos e com nossa liberdade – nossa verdadeira Liberdade! – de pensar e de agir, também nos traz momentos de solidão e de fortes questionamentos… pois nos vemos conduzidos a um novo cenário, onde o velho deve ser descartado… velhas crenças, velhas certezas, e os mais variados apegos, que vieram nos dando segurança num mundo dominado pela Mentira e pela manipulação. E é quando, corajosamente, devemos olhar para frente e aceitar o caminho que se faz longe do conformismo e da passividade das massas adormecidas e inertes, que se entregam ao abandono de si mesmas na futilidade e na miséria que o falso mundo lhes confere como única opção. E, com certeza, o tempo irá nos mostrar o real valor das nossas escolhas… e nunca mais seremos os mesmos.

 

Este site, agora atualizado, pretende seguir com sua missão original – ser um chamado… um instrumento para que as pessoas possam se sentir motivadas e tenham mais clareza do poder de suas escolhas na formatação de suas vidas. Não sei ainda que novos movimentos nos aguardam, mas sei que temos muito caminho pela frente!
Eu, Marcos, espero que você tenha se identificado com esta proposta. E espero que você sinta este forte chamado dentro de você… e que se erga, junto ao Movimento Escolho Ser Livre, para fortalecer ainda mais a onda criativa da Verdade e da Liberdade!

Bombinhas, outubro de 2018.


Reflexões

Este é um movimento em busca de respostas e de compreensão. Um movimento que chama pela reflexão e pela mudança.

Reflita. Questione.

Quem é você? Como você construiu suas crenças? De onde vêm os valores que você acredita serem verdadeiros?

Chame seu grupo!

Reflita sobre o assunto. Forme grupos de discussão. Observe. Questione. Busque as causas, as origens e os por quês.

Venha! Una-se a esta onda de energia criativa!